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Published on janeiro 6th, 2017 | by Marcelo Leme

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11 Filmes de Horror de 2016

Alguns filmes se destacaram em 2016. Para fãs de horror, o ano trouxe algumas boas surpresas. Entre elas, obras que se consagraram, estando presente em listas entre os melhores filmes do ano. Dê uma espiada no que separei!!!

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A Bruxa, de Robert Eggers

“A construção de toda a tensão é conduzida por ambientação, a partir da imersão contextual, da fotografia turva, da reprodução artística arcaica e da insegurança que a dúvida causa, assombrando com suas possibilidades. Eggers sabe que imaginar é muito mais aterrorizante que vivenciar…” Por Marcelo Leme, em Cineplayers

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Animais Noturnos, de Tom Ford

“A história é suficientemente atraente e ali, minutos após o início, dentro do que é contado no livro, reside a mais admirável cena do longa e uma das cenas mais tensas dos últimos anos, com uma família em uma estrada texana, no meio da noite. É para afundar o espectador na poltrona…” Por Marcelo Leme, em Cineplayers

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Boa noite, Mamãe, de Severin Fiala e Veronika Franz

“O interessante de Boa Noite, Mamãe é a maneira com a qual o terror se reformula durante o filme. Os dois marcos dessa transformação: na primeira parte do filme, o terror provém da maternidade; na segunda parte, o terror provém da infância.” Por Guilherme Bakunin, em Cineplayers

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Demon, de Marcin Wrona

“Formatado em moldes amplamente divergentes do terror clássico (ou do terror dramático clássico, por sinal), Demon parte do genericismo antes de falar sua língua própria.” Por Guilherme Bakunin, em Cineplayers

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Demônio de Neon, de Nicolas Winding Refn

“Não faz qualquer sentido amores ou ódios em relação a opinião de quem quer que seja a respeito da qualidade desse produto em particular, já que a experiência Demônio de Neon é uma das mais subjetivas e pessoais que recentemente presenciei na sala escura.” Por Francisco Carbone, em Cineplayers

invocacao-do-mal-2 Invocação do Mal 2, de James Wan

“Com uma câmera inquieta – perceba que ela dança pelos cenários, às vezes em planos-sequências que investem sobre os espaços físicos como a ótica de fantasmas – o diretor constrói a ambientação com extrema competência.” Por Marcelo Leme, em CineemProsa

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Mate-me, por favor, de Anita Rocha da Silveira

“… de início faz um pastiche das comédias escolares e seu microcosmo regido por impulsos e disputas, logo após pequenas perturbações constantes assume a chave de filme de terror sutil, com o clima de medo instaurado entre as colegiais que veem-se sozinhas e sem respostas em um lugar onde a criminalidade só cresce e as promessas ainda estão no horizonte…” Por Bernardo D.I. Brum, em Cineplayers

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O Homem nas Trevas, de Fede Alvarez

“Dotado de mão ágil e com um invejável ‘timing’ de tensão já vistos em seu longa anterior, não é surpreendente constatar que ele – Fede Alvarez – torna a conseguir o mínimo dentro do que pede o gênero; ir além é o objetivo e ele vai.” Por Francisco Carbone, em Cineplayers

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O Lamento, de Hong-jin Na

“… certamente é um terror atmosférico, mas achei particularmente interessante a maneira pela qual Hong-Jin Na chegou a esse ponto. Não há abdicação da história, mas ela é torcida e retorcida por diversas vezes ao longo das quase três horas de filme, colocando o espectador num estado de confusão e desordenamento que intensifica não apenas o terror, mas as emoções do filme de maneira geral.” Por Guilherme Bakunin, em Cineplayers

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Ouija: Origem do Mal, de Mike Flanagan

“É interessante notar, também, como o realizador frequentemente traz alguém em primeiro plano enquanto, lá atrás, fora de foco, alguma ação ocorre sem ser notada ou mesmo ressaltada pela trilha, plantando a tensão com habilidade. Além disso, Flanagan demonstra seu talento ao se lembrar, por exemplo, do terror infantil diante do que pode estar ao pé da cama ou sob esta, ilustrando-o bem ao mover sua câmera lentamente em direção à beirada do colchão de Lina em certo instante da projeção.” Por Pablo Villaça, em Cinema em Cena

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Rua Cloverfield, 10, de Dan Trachtenberg

“Um suspense básico ou uma ficção-científica alucinada? Na dúvida, os roteiristas deixaram qualquer receio de lado e escolheram os dois caminhos, fazendo de Rua Cloverfield, 10 o milagre de dois filmes em um.” Por Heitor Romero, em Cineplayes

E você? Gostou de qual?

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About the Author

Marcelo Leme

Realizador, roteirista, curador, crítico de cinema do portal cineplayers.com e colunista semanal do Jornal da Cidade de Poços de Caldas. Trabalha no Instituto Moreira Salles. Entusiasta da sétima arte, é credenciado em festivais de cinema como a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e o Paulínia Film Festival. Teve, em 2013, um de seus textos selecionados pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). >>> instagram.com/marceloafleme



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